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28/08/2014 07:41 - Atualizado em 28/08/2014 08:12

Scarlett Johansson volta aos cinemas mais poderosa do que nunca

Atriz protagoniza "Lucy", novo filme do cineasta francês Luc Besson

Scarlett Johansson volta aos cinemas mais poderosa do que nunca<br /><b>Crédito: </b> Jessica Forde / Universal Pictures / Divulgação / CP
Scarlett Johansson volta aos cinemas mais poderosa do que nunca
Crédito: Jessica Forde / Universal Pictures / Divulgação / CP
Scarlett Johansson volta aos cinemas mais poderosa do que nunca
Crédito: Jessica Forde / Universal Pictures / Divulgação / CP

Quem gosta de ficção científica e aprecia a atuação da bela Scarlett Johansson (que deliciou mentes e ouvidos na "aparição sonora" em "Ela") tem um prato cheio em  "Lucy", novo filme do cineasta francês Luc Besson, que chega às salas de cinema nesta quinta-feira.

Conhecido por sucessos como "Nikita" e "O Quinto Elemento", Besson traz Scarlett vivendo a personagem que dá nome ao filme, em momentos intensos do início ao fim da trama. Ela é uma mulher que, sem querer, se envolve com traficantes chineses, e é obrigada a transportar uma droga muito poderosa em seu estômago. Até aí tudo parece levar o espectador a mais um filme de ação, com tráfico e tiros. Sim e não. Luc Besson usa de seus mágicos efeitos, já vistos nas produções anteriores, para criar atmosferas paralelas.

No caminho "da missão", Scarlett é agredida, fazendo com que a droga se abra em seu corpo e se espalhe pela corrente sanguínea. Aí é que são elas. A moça começa a desenvolver sintomas, intuídos e imaginados pelo cientista que mais tem estudado o novo elemento químico (um médico vivido pelo sempre único Morgan Freeman). Contando simultaneamente as duas histórias: a da moça que entra na roubada do tráfico e do cientista que vai descobrindo algo surpreeendente, "Lucy" traz elementos filosóficos para uma reflexão nada rasteira.

Claro que você deve permitir-se "entrar na viagem" de Besson. Acreditar, por exemplo, no que acontece com a moça que, ao invés de morrer, tem o cérebro superativado e se torna super-humana. Lucy começa a usar cada vez mais a capacidade do seu cérebro, o que a permite sentir a eletricidade e o calor do corpo. O autodomínio e o domínio do outro e do ambiente ao redor passa de mero sonho desejado para uma realidade tangível. Até a consciência da finitude da vida surge na trama humanizada.

As imagens que ajudam a entender os processos de evolução e de transformação fazem a trama crescer na virtualidade das imagens. Um espetáculo para os olhos (aí o 3D ou Imax se justificam plenamente). Repetindo a dose de "Nikita", o diretor cria, em "Lucy", um filme com uma personagem feminina muito forte.  "Lucy" já arrecadou 100 milhões de dólares e desbancou filmes como "Hércules" e "Guardiões da Galáxia". Tem os elementos da diversão, sem o vazio de "Mercenários" ou a violência extrema de produções do gênero ação.

Assista ao trailer: 


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Fonte: Marcos Santuario / Correio do Povo





» Tags:Cinema Variedades

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