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05/09/2014 09:14 - Atualizado em 05/09/2014 09:26

Titãs fazem única apresentação nesta sexta-feira em Porto Alegre

Banda mostra novidades e sucessos de 30 anos de rock em show no Opinião

Banda faz única apresentação na noite de hoje no palco do Opinião<br /><b>Crédito: </b> Marcos Hermes / Divulgação / CP
Banda faz única apresentação na noite de hoje no palco do Opinião
Crédito: Marcos Hermes / Divulgação / CP
Banda faz única apresentação na noite de hoje no palco do Opinião
Crédito: Marcos Hermes / Divulgação / CP

Mais visceral e direto do que nunca, o Titãs quer matar a saudade dos gaúchos em show nesta sexta-feira, a partir das 21h, no Opinião (rua José do Patrocínio, 834). A casa será aberta às 19h. O show é uma mescla de composições praticamente inéditas, como “Fardado” e “Mensageiro da Desgraça”, e alguns dos hits    que venceram a barreira do tempo, como “Homem Primata”, “Flores” e “Bichos Escrotos”. Mesmo que a formação da banda seja muito diferente daquela que pisou no palco do Opinião pela última vez, ainda com Charles Gavin, Marcelo e Nando Reis, o agora quarteto Paulo Miklos, Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto vai comprovar ao vivo que ainda se mantém firme e forte, mesmo depois de 30 longos anos.

O nome do novo álbum, “Nheengatu”, o 18º da carreira da banda, é uma língua derivada do tupi-guarani, criada pelos jesuítas no século XVII para unir as tribos nativas e os brancos recém-chegados. “Esse é um disco que trata dos assuntos mais sensíveis no desenvolvimento da sociedade brasileira nos dias de hoje. Nossa civilidade, ética e moral estão nas letras desse CD”, detalha Paulo Miklos. A inspiração na música indígena, por exemplo, foi o mote da composição “Cadáver sobre Cadáver”, feita em parceria com o ex-titã Arnaldo Antunes. “Retomamos esta referência que já estava na canção "Cabeça Dinossauro", de 1986, e que agora experimentamos com mais profundidade”, completa Miklos. A contundência das letras da banda continuam ali, como em “Pedofilia”, assunto tabu na música brasileira, e que agora aparece como um desabafo indignado e envergonhado de uma vítima. 


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Fonte: Correio do Povo






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