Porto Alegre, terça-feira, 23 de Dezembro de 2014

  • 09/07/2014
  • 15:58
  • Atualização: 16:07

Dilma diz que nem no pior pesadelo Brasil perderia por 7 a 1

Presidente afirmou que oPaís tem uma característica peculiar de saber enfrentar as adversidades

Dilma diz que nem no pior pesadelo Brasil perderia por 7 a 1 | Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil / CP

Dilma diz que nem no pior pesadelo Brasil perderia por 7 a 1 | Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil / CP

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  • Agência Brasil

Um dia depois de a Seleção Brasileira sofrer a maior derrota de sua história, a presidenta Dilma Rousseff disse que “nem no pior pesadelo” poderia imaginar a derrota por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo. A presidenta, no entanto, disse que o Brasil tem uma característica peculiar de saber enfrentar as adversidades.

Em entrevista ao canal americano CNN, a presidenta disse estar “profundamente triste” com a derrota, “assim como todos os brasileiros”. Ela assegurou que a capacidade de superar a derrota é “marca de uma grande seleção e de um grande país".

À emissora americana, a Dilma lembrou que o Brasil foi para o jogo, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, sem dois dos seus principais jogadores, Neymar, artilheiro do time, e Thiago Silva, capitão da equipe. Em outro encontro no Palácio do Planalto, a presidenta voltou a comentar o resultado do jogo. De acordo com o fundador da Amil Assistência Médica Internacional, Edson Bueno, Dilma estava “um pouco abatida”, mas confiante que o país vai superar esse momento.

“Acabamos conversando muito sobre a Copa. Ela está um pouco abatida, mas é uma pessoa forte. Ela foi para a guerra, então, é uma pessoa muito forte. Ela falou para mim: ‘temos que ir em frente, temos que motivar o país’. Nós discutimos que se for [jogar] contra a Argentina (na disputa pelo terceiro lugar, no sábado), o negócio agora é ganhar de uns 4 a 0 porque a gente, pelo menos, fica um pouco melhor”, relatou Bueno.

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