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09/07/2014 14:05

Eliminação do Brasil causa prejuízo no comércio da Capital

Lojistas que investiram em produtos nas cores verde e amarelo acabaram registrando queda no faturamento

Lojistas que investiram em produtos nas cores verde e amarelo acabaram registrando queda no faturamento <br /><b>Crédito: </b> Tarsila Pereira
Lojistas que investiram em produtos nas cores verde e amarelo acabaram registrando queda no faturamento
Crédito: Tarsila Pereira
Lojistas que investiram em produtos nas cores verde e amarelo acabaram registrando queda no faturamento
Crédito: Tarsila Pereira

Alguns comerciantes da Capital já sentem os efeitos da derrota da Seleção Brasileira, a goleada histórica de 7 a 1 sofrida para a Alemanha, que resultou na eliminação do Brasil da Copa do Mundo. Aqueles que investiram no estoque de produtos nas cores verde e amarela acabaram registrando prejuízos no faturamento. É o caso de uma loja de variedades na Rua da Praia, no Centro Histórico de Porto Alegre. Do material exposto, apenas 40% foi vendido, de acordo com o gerente Jeferson Alexandre, o que restou será guardado no depósito para as próximas edições.

A loja teve promoções e baixou o preço de alguns objetos ao valor de custo, apenas para cobrir o prejuízo. “A rede tem lojas também na Vigário José Inácio, em Canoas, Curitiba e Belo Horizonte, e em nenhuma se vendeu como nas outras edições do campeonato mundial”, conta.

Segundo Alexandre, quando os jogos aconteceram em outros países a venda foi muito melhor. “Em outras Copas chegava a faltar mercadoria, mas nesse ano, acho que por causa dos protestos, o pessoal ficou com medo de decorar e participar mais. Só na primeira fase tivemos um bom movimento”. Alexandre conta que os Fulecos, símbolo da Copa, foram comprados apenas pelos argentinos.

Uma outra loja na Rua da República com a José do Patrocínio, no bairro Cidade Baixa, foi cautelosa com os investimentos. “As coisas foram sendo compradas na medida em que eram vendida. Portanto, compramos pouco e vendemos quase tudo”, destacou a vendedora Maria Augusta Miranda. “Vamos ver se conseguimos vender ainda o que restou, mesmo com essa decepção”, finalizou.

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Fonte: Correio do Povo






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