Porto Alegre, quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

  • 11/07/2014
  • 09:45
  • Atualização: 09:48

Emprego industrial cai 0,7% em maio, diz IBGE

Pesquisa apontou redução de 0,8% no número de horas pagas aos trabalhadores

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  • AE

O total do pessoal ocupado assalariado na indústria recuou 0,7% em maio ante abril, segundo a Pesquisa Industrial Mensal: Emprego e Salário divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na leitura anterior, o emprego no setor já tinha encolhido 0,4%.

Em relação a maio do ano passado, o emprego industrial teve queda de 2,6% em maio deste ano, o 32º resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e o mais intenso desde novembro de 2009, quando caiu 3,7%.

No acumulado de 2014, o total do pessoal ocupado na indústria já diminuiu 2,2%. Nos últimos 12 meses, o emprego industrial encolheu 1,7%.

Horas pagas

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria teve redução de 0,8% em maio ante abril, mostra a pesquisa do IBGE. Na leitura anterior, as horas pagas tinham registrado ligeiro aumento de 0,1%, interrompendo dois meses seguidos de taxas negativas, período em que acumularam perda de 0,5%.

Na comparação com maio do ano passado, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria recuou 3,3%, a 12ª taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto e a mais intensa desde outubro de 2009 (-5,3%).

No acumulado do ano, o número de horas pagas na indústria teve retração de 2,7%, enquanto a taxa em 12 meses registra queda de 2,0%.

Folha


De acordo com o IBGE, o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria aumentou 1,9% em maio ante abril. A folha já tinha aumentado 0,5% no mês anterior.

Em maio, houve taxas positivas tanto na indústria de transformação (0,6%) quanto no setor extrativo (34,3%), puxado pelo pagamento de participação nos lucros e resultados em importante empresa do setor, ressaltou o IBGE.

Na comparação com maio do ano anterior, o valor da folha de pagamento da indústria teve expansão de 1,4%, o quinto resultado positivo consecutivo nesse tipo de confronto. No ano, a folha de pagamento aumenta 1,7%. Em 12 meses, houve crescimento de 0,9%, confirmando perda de ritmo em relação aos resultados verificados em janeiro (1,6%), fevereiro (1,5%), março (1,4%) e abril (1,2%).

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