Porto Alegre, quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

  • 18/07/2014
  • 09:54
  • Atualização: 10:03

Passageiros escapam da tragédia do voo MH17

Ciclista profissional não embarcou porque preferiu economizar 300 euros

Cerca de 298 passageiros morreram com a queda do avião na Ucrânia | Foto: Dominique Faget / AFP / AFP

Cerca de 298 passageiros morreram com a queda do avião na Ucrânia | Foto: Dominique Faget / AFP / AFP

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  • AFP

Vários passageiros, que não embarcaram no voo MH17 porque chegaram tarde ao aeroporto, por economia ou porque só viajam em família, observam atônitos às notícias sobre a morte dos 298 passageiros do avião que caiu na Ucrânia.

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Quando Barry Sim percebeu que não viajaria no mesmo avião que sua mulher, Nur Azani, e o bebê de três meses do casal, ele reclamou com a agência de viagens. "Sempre tento viajar com a Malaysia Airlines, então pedi ao meu agente que incluísse a minha família no mesmo voo", declarou Sim ao jornal Algemeen Dagblad. "Não queríamos viajar separados", completou. No entanto, depois da tragédia, Sim admitiu que está "aliviado" e enviou condolências às famílias das vítimas.

Maarten de Jonge, de 29 anos, um ciclista profissional que é contratado de uma equipe malaia, também escapou da catástrofe. "No último momento escolhi um voo no domingo porque era 300 euros mais barato. Restava apenas um lugar e reservei de imediato", disse. "Tentar economizar salvou a minha vida", completou, espantado.

Outra família, que deveria retornar para a Austrália com escala em Kuala Lumpur para um sepultamento, chegou tarde ao aeroporto e não conseguiu comprar as passagens para o voo MH17. "É um pouco surreal. Ainda não acredito", disse uma integrante da família ao canal AT5.






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