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23/07/2014 01:43 - Atualizado em 23/07/2014 07:17

Malásia irá estudar que ações podem ser tomadas em resposta à queda de avião

Primeiro-ministro mantém posição cautelosa sobre acidente

Primeiro-ministro se pronunciou sobre a queda do voo 777 da Malasyan Airlines<br /><b>Crédito: </b> Mohd Rasfan / AFP / CP
Primeiro-ministro se pronunciou sobre a queda do voo 777 da Malasyan Airlines
Crédito: Mohd Rasfan / AFP / CP
Primeiro-ministro se pronunciou sobre a queda do voo 777 da Malasyan Airlines
Crédito: Mohd Rasfan / AFP / CP

A Malásia está estudando quais ações podem ser tomadas segundo as leis internacionais no contexto da queda do Boeing 777 da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia, afirmou o primeiro-ministro Najib Razak. "Eu instrui o procurador-geral a estudar esse assunto para garantir que qualquer ação que seja tomada pela Malásia esteja em linha com as leis internacionais", disse Najib ao Parlamento.

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Especialistas em direito estão divididos se a queda do voo constitui um crime de guerra.  Advogados dos 11 países dos quais as 298 vítimas provinham também teriam que avaliar onde os supostos criminosos seriam trazidos à justiça.

Suspeita-se que o avião tenha sido atingido por um míssil terra-ar quando sobrevoava a região de Donetsk.  A Ucrânia e os EUA acusam os rebeldes apoiados por Moscou de dispararem o míssil, enquanto a Rússia e os separatistas negam a responsabilidade.

Apesar de um número crescente de evidências, Najib continua a adotar uma posição cautelosa. Ele reiterou nesta quarta-feira que a Malásia não irá indicar culpados até que sejam apresentadas evidências concretas.

Entre as questões em aberto, o primeiro-ministro malaio citou que ainda não se sabe se o avião foi atingido por um míssil guiado, as identidades dos criminosos, os motivos, e quem forneceu o armamento. Najib também ressaltou que o país quer saber se o ataque foi planejado ou um acidente. "Tudo isso requer clara e comprovada evidência", afirmou.

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Fonte: AE






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