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28/07/2014 07:04 - Atualizado em 28/07/2014 08:29

Queda de avião malaio na Ucrânia pode ser crime de guerra, diz ONU

Combates entre exército ucraniano e rebeldes pró-russos deixaram 1,1 mil mortos desde abril

Combates entre exército ucraniano e rebeldes pró-russos deixaram 1,1 mil mortos desde abril<br /><b>Crédito: </b> Bulent Kilic / AFP / CP
Combates entre exército ucraniano e rebeldes pró-russos deixaram 1,1 mil mortos desde abril
Crédito: Bulent Kilic / AFP / CP
Combates entre exército ucraniano e rebeldes pró-russos deixaram 1,1 mil mortos desde abril
Crédito: Bulent Kilic / AFP / CP

A derrubada do avião malaio no Leste da Ucrânia pode ser considerado um crime de guerra, afirmou a ONU nesta segunda-feira, acrescentando que os combates entre o exército ucraniano e os rebeldes pró-russos já deixaram mais de 1,1 mil mortos desde abril.

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A comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu uma investigação meticulosa, efetiva, independente e imparcial sobre a queda do avião provocada por um míssil em uma zona controlada pelos insurgentes. No avião da Malaysian Airlines, havia 298 pessoas, todas mortas.

A Cruz Vermelha indicou oficialmente na semana passada que a situação na Ucrânia se caracteriza como uma guerra civil, o que transforma as áreas em conflito passíveis de serem condenadas por crimes de guerra.

A ONU calcula que mais de 1,1 mil pessoas morreram nos combates na região desde meados de abril, segundo um relatório publicado nesta segunda-feira, e denuncia que os dois lados utilizaram armamento pesado em zonas residenciais.

O texto também fala de 3.422 feridos. Estes últimos dados supõem um aumento considerável em relação ao balanço de 18 de julho, no qual a ONU citou 256 mortos desde abril.

Pillay afirmou ainda que as informações da intensificação dos combates nos redutos dos insurgentes, nas regiões de Donetsk e Lugansk, são "extremadamente alarmantes" e disse que as duas partes "empregam armamento pesado em zonas residenciais, incluindo artilharia, tanques, foguetes e mísseis".





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Fonte: Correio do Povo






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