Correio do Povo

Porto Alegre, 17 de Setembro de 2014


Porto Alegre
Agora
20ºC
Amanhã
18º 25º


Faça sua Busca


Notícias > Internacional

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

28/07/2014 16:45 - Atualizado em 28/07/2014 17:04

Libéria fecha fronteiras para conter avanço do Ebola no oeste da África

Epidemia já infectou 1.200 pessoas e deixou pelo menos 670 mortos na região

Epidemia já infectou 1.200 pessoas e deixou pelo menos 670 mortos na região desde o início do ano<br /><b>Crédito: </b> Zoom Dosso / AFP / CP
Epidemia já infectou 1.200 pessoas e deixou pelo menos 670 mortos na região desde o início do ano
Crédito: Zoom Dosso / AFP / CP
Epidemia já infectou 1.200 pessoas e deixou pelo menos 670 mortos na região desde o início do ano
Crédito: Zoom Dosso / AFP / CP

A presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, anunciou na noite do último domingo o fechamento da maior parte das fronteiras terrestres do país afetado pela epidemia de Ebola, depois que o vírus se espalhou para duas das maiores cidades do oeste da África. O aeroporto internacional de Monróvia, um aeroporto regional e três grandes postos de travessia escaparam das interdições.

"Nestes pontos de entrada, uma nova política de viagens será adotada pela Autoridade Aeroportuária da Libéria, cobrindo a inspeção e a testagem de todos os passageiros que chegam e saem do país", explicou Sirleaf no comunicado.

O governo também proibiu reuniões públicas de todo tipo, inclusive eventos e manifestações, e anunciou quarentenas em comunidades atingidas pelo Ebola. Acredita-se que o vírus, detectado pela primeira vez em 1976, tenha sido introduzido por animais caçados por sua carne, especialmente morcegos. Ele se dissemina entre os seres humanos através dos fluidos corporais e matou 56% das pessoas infectadas na epidemia atual.

A Libéria, juntamente com as vizinhas Guiné e Serra Leoa, luta para conter uma epidemia que já infectou 1.200 pessoas e deixou pelo menos 670 mortos na região desde o início do ano.

Com uma taxa de mortalidade histórica de 67% antes do surto atual e sem vacinas, os pacientes suspeitos de infecção pelo vírus Ebola precisam ser isolados para evitar contágios futuros, segundo a OMS. A agência sanitária da ONU solicitou às pessoas com os primeiros sintomas do vírus que procurem os centros de saúde imediatamente.

Bookmark and Share

Fonte: AFP






O que você deseja fazer?

Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.