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29/07/2014 18:55

Barack Obama anuncia novas sanções à Rússia

Presidente dos EUA negou que o Ocidente esteja sendo levado a “uma nova Guerra Fria”

Barack Obama anuncia novas sanções à Rússia<br /><b>Crédito: </b> Nicholas Kamm / AFP / CP
Barack Obama anuncia novas sanções à Rússia
Crédito: Nicholas Kamm / AFP / CP
Barack Obama anuncia novas sanções à Rússia
Crédito: Nicholas Kamm / AFP / CP

O presidente norte-americano, Barack Obama, anunciou nesta terça-feira) que os Estados Unidos vão impor novas sanções à Rússia nos setores de energia, finanças e de armamento por instigar a violência separatista no Leste da Ucrânia.

“Hoje, estendendo o âmbito das medidas que anunciamos há duas semanas, os Estados Unidos impõem novas sanções em setores fundamentais para a economia da Rússia: energia, armamento e finanças”, indicou o chefe de Estado norte-americano.

“Vamos bloquear as exportações de bens e tecnologias específicos ao setor da energia russo e vamos alargar as nossas sanções a mais bancos russos e empresas da área da defesa”, completou. Além disso, acrescentou, que irá suspender formalmente créditos e financiamentos para projetos de desenvolvimento econômico na Rússia.

Obama negou que o Ocidente esteja sendo levado a “uma nova Guerra Fria” com o seu ex-adversário soviético, mas advertiu que os Estados Unidos e a Europa estão perdendo a paciência com o governo do presidente russo, Vladimir Putin. Ele disse ainda que as sanções anunciadas hoje continuarão a aumentar a pressão sobre a Rússia, “incluindo os amigos e as empresas que apoiam as atividades ilegais da Rússia na Ucrânia”.

A nova decisão de Washington ocorre um dia depois da conversa que o presidente norte-americano manteve com a chanceler alemã, Angela Merkel; o presidente francês, François Hollande; e os primeiros-ministros britânico, David Cameron; e italiano, Matteo Renzi, para coordenar com eles a possibilidade de decretar novas sanções setoriais à Rússia.

Segundo os Estados Unidos, a Rússia aumentou a presença militar na fronteira com a Ucrânia e continua a fornecer armamento pesado aos rebeldes separatistas pró-russos.

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Fonte: Agência Brasil






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