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09/08/2014 18:59 - Atualizado em 09/08/2014 19:33

Alvorada e Capital criam força-tarefa para monitorar macacos prego

Ibama busca animais que surgiram na zona Norte de Porto Alegre

Ibama busca animais que surgiram na zona Norte de Porto Alegre<br /><b>Crédito: </b>  Sérgio Louruz / Divulgação / PMPA
Ibama busca animais que surgiram na zona Norte de Porto Alegre
Crédito: Sérgio Louruz / Divulgação / PMPA
Ibama busca animais que surgiram na zona Norte de Porto Alegre
Crédito: Sérgio Louruz / Divulgação / PMPA

A prefeitura de Alvorada age em conjunto com a administração de Porto Alegre para monitorar possíveis áreas onde se encontram macacos prego. A secretaria do Meio Ambiente de Alvorada, Núbia Mendes, revelou que a proposta de parceria partiu da prefeitura da Capital. “Ocorre que uma das áreas em que eles apareceram é no Arroio Feijó, no nosso município, mas perto do bairro Rubem Berta, em Porto Alegre. Nós estamos vistoriando o nosso lado da cidade e é um trabalho que vai ser permanente se for para preservar estas espécies”, ressaltou.

Do grupo de seis macacos-prego, dois morreram e um foi capturado pelo Ibama. Porém, durante o tratamento o animal fugiu. Em seguida ele foi avistado por moradores da Cidade Baixa, no alto das árvores da rua João Alfredo. Novamente, as equipes do Ibama foram chamadas e o trânsito foi bloqueado por duas horas pela EPTC. O macaco foi recapturado, mas outros três seguem soltos circulando pelas duas cidades.

Não há confirmação sobre o local de origem dos animais. A secretaria do Meio Ambiente de Alvorada descarta desmatamentos no município e afirma não existirem empreendimentos da construção civil que interfiram no ecosistema. “Os macacos saem dos seu habitat normalmente por três motivos: fogo, fome e desmatamentos, que podem provocar desequilíbrio ambiental. De onde eles migram ainda é um mistério e pode ser difícil apurar essa procedência”, enfatizou Núbia.

A ação em conjunto começou na sexta-feira e deve se estender ao longo da próxima semana. É na zona-norte onde os bichos são vistos com maior frequência e a orientação para quem avistá-los é de não oferecer alimentos, não provocar e nem tentar pegar. Somente o Ibama tem autonomia para captura da espécie.

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Fonte: Voltaire Porto/Rádio Guaíba






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