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19/08/2014 18:30 - Atualizado em 19/08/2014 18:46

Porto Alegre deve ganhar Hospital Veterinário público até o fim de 2015

Empresário "amante dos animais", que prefere não ser identificado, vai bancar os R$ 4 milhões para a construção

Hospital será construído na divisa entre Porto Alegre e Viamão<br /><b>Crédito: </b> Divulgação PMPA / CP
Hospital será construído na divisa entre Porto Alegre e Viamão
Crédito: Divulgação PMPA / CP
Hospital será construído na divisa entre Porto Alegre e Viamão
Crédito: Divulgação PMPA / CP

Com recursos privados, o primeiro Hospital Veterinário vinculado à Prefeitura de Porto Alegre pode estar em funcionamento no próximo ano. A expectativa é de que até o fim de 2015, a estrutura (veja foto ao lado) seja finalizada e tenha quatro consultórios, cinco blocos cirúrgicos e 150 vagas na sala de recuperação. O projeto vai ser financiado por um empresário não identificado, que se define como “amante dos animais”, segundo o prefeito José Fortunati. Como a obra deve ser bancada com recursos privados, o projeto tende a sair mais rapidamente do papel, que não depende de licitação.

O terreno escolhido pertence à Prefeitura e fica na divisa com o município de Viamão, uma área já atendida pela Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda). Segundo o prefeito, Porto Alegre vai ser a primeira capital a ter um hospital público com atendimento gratuito para a população carente. “Há três anos a Seda já vem atendendo sem custo animais de rua e aqueles da população sem recursos para pagar atendimento veterinário. Essa vai ser a primeira unidade pública do País, com exceção daqueles vinculados às universidades”, ressaltou.

Nesta terça-feira, o projeto foi apresentado à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), que deve analisar as licenças ambientais em um prazo de até seis meses, segundo a presidente em exercício, Maria Dolores Pineda. O processo pode ser concluído em um tempo menor, conforme a dirigente. “Não garantimos o prazo, mas pelo que nos foi dito, não se trata de uma área com dificuldades de licenciamento. Para acelerar o processo, em vez de enviar ofícios no caso da falta de documentos, vamos convocar reuniões com os envolvidos”, destacou.

O projeto prevê um prédio de 1,6 mil m² com cinco salas de cirurgia, UTI, setor de quimioterapia, banco de sangue e laboratórios. O empreendimento vai custar aproximadamente R$ 4 milhões.

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Fonte: Samantha Klein/Rádio Guaíba






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