Porto Alegre, sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

  • 25/08/2014
  • 22:42
  • Atualização: 22:43

Sem boias e licença da Marinha, píer na zona Sul ainda não tem previsão para operar

Pronto há mais de um ano, local já precisa de reparos devido à ação de vândalos

Píer na zona Sul ainda não tem previsão para operar | Foto: Mauro Schaefer

Píer na zona Sul ainda não tem previsão para operar | Foto: Mauro Schaefer

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  • Correio do Povo

Mesmo idealizado há cerca de dois anos, ainda não há data prevista para a inauguração do transporte hidroviário que ligará o Centro à zona Sul de Porto Alegre – situação que se arrasta há meses. Pronta desde junho do ano passado, a Estação Cristal, localizada em frente ao BarraShoppingSul, tem sido utilizada como opção de lazer para moradores da região, que aproveitam para curtir a vista privilegiada.

O diretor de Transporte da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), Jackson Lopes, observa que ainda falta a compra de boias sinalizadoras e da licença de operação da Marinha para que o serviço seja disponibilizado. “A Metroplan e a EPTC estão discutindo como será realizada a compra destas boias necessárias à sinalização do canal de acesso da estação”, revelou.

Segundo ele, não existe previsão de quando ocorrerá a compra e colocação das boias. “Deve ser resolvido em breve”, projetou. O píer construído do bairro Cristal mede 30 metros e já precisa de reparos, devido a depredações de vândalos.

EPTC planeja estação na Ilha da Pintada

Apesar da demora para o início das operações na zona Sul, a EPTc também trabalha com outras possibilidades de transporte hidroviário. De acordo com o diretor-presidente da empresa, Vanderlei Cappellari, está sendo estudada a construção de uma estação na Ilha da Pintada. “Devem fazer parte deste primeiro momento as estações Cristal e Ilha da Pintada”, disse.

O edital do serviço, que deve ser lançado no início de 2015, poderá incluir a construção de outras estações “O edital está sendo feito. Nossa intenção é de assegurar o meio de transporte seguro para os próximos 20 ou 30 anos”, revelou Cappelari. As embarcações que serão utilizadas na modalidade têm a capacidade para 120 e 140 lugares.

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