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26/08/2014 14:57 - Atualizado em 26/08/2014 15:02

Duplicação da Estrada do Conde será licitada até o final do ano

Estrada liga Eldorado do Sul e Guaíba e é uma alternativa para motoristas evitarem o pedágio

Licitação para duplicação da Estrada do Conde deve ser feita até dezembro<br /><b>Crédito: </b> Samuel Maciel
Licitação para duplicação da Estrada do Conde deve ser feita até dezembro
Crédito: Samuel Maciel
Licitação para duplicação da Estrada do Conde deve ser feita até dezembro
Crédito: Samuel Maciel

Uma antiga reivindicação dos moradores de Eldorado Sul e de Guaíba, na região Metropolitana de Porto Alegre, está prestes a ser atendida pelo poder público: a duplicação dos 12 quilômetros da Estrada do Conde, que passa pelos dois municípios. O superintendente da Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), Oscar Escher, informou nesta terça-feira pela manhã que toda a rodovia será duplicada e recuperada. “É um compromisso do governo estadual em razão da construção da fábrica de caminhões Foton no município de Guaíba”, explicou.

Segundo Escher, até o final do ano a licitação para a duplicação da rodovia será publicada pelo governo do Estado. “Se tudo der certo com o processo licitatório, as obras na estrada começam no primeiro semestre de 2015”, acrescentou. A previsão é de que os trabalhos de duplicação da Estrada do Conde terão duração de 18 meses. O investimento na obra será de R$ 44 milhões, recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 50) do governo federal.

Os motoristas que circulam diariamente pela Estrada do Conde reclamam das condições da rodovia. A secretária Adriana Severo Lemos, moradora do bairro Colina, em Guaíba, disse que utiliza a rodovia quando retorna de Porto Alegre em razão do preço cobrado na praça de pedágio. “É um caminho alternativo, mas é preciso redobrar o cuidado em razão dos buracos”, explicou.

O aposentado João Wugniel, morador do bairro Santa Rita, no município de Guaíba, disse que utiliza a Estrada do Conde para chegar até Esteio, onde trabalha. “As condições da rodovia não são as melhores, mas prefiro enfrentar uma estrada esburacada do que ter que pagar todos os dias R$ 9,30 na praça de pedágio“, acrescentou. Segundo Wugniel, os motoristas precisam redobrar a atenção porque depois da passagem sobre o Arroio do Conde a rodovia começa a apresentar uma série de buracos.

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Fonte: Cláudio Isaías / Correio do Povo






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