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28/08/2014 17:37 - Atualizado em 28/08/2014 18:08

Detentos que atearam fogo no Instituto Miguel Dario podem ir para o Central

Porém, terão que cumprir o restante da pena em regime fechado

Detentos que atearam fogo no Instituto Miguel Dario podem ir para o Central <br /><b>Crédito: </b> André Ávila / CP
Detentos que atearam fogo no Instituto Miguel Dario podem ir para o Central
Crédito: André Ávila / CP
Detentos que atearam fogo no Instituto Miguel Dario podem ir para o Central
Crédito: André Ávila / CP

A Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) confirmou que os 80 detentos que atearam fogo a colchões, nessa manhã, no Instituto Penal Irmão Miguel Dario, em Porto Alegre, serão transferidos para o Presídio Central ou para uma unidade do semiaberto em Charqueadas, na região carbonífera. Os apenados questionaram a distância de Porto Alegre a Charqueadas. Por isso a Justiça concedeu possibilidade de eles cumprirem pena no Central, mas em regime fechado.

Um perito da Susepe esteve no Instituto Penal para examinar a área. Os serviços de reparo serão intensificados na próxima semana. Ainda não há uma estimativa de prejuízo no alojamento. Ao todo, 169 participaram do tumulto, mas somente 80 foram elencados para serem transferidos de unidade. Foram apreendidos pela Polícia, dentro das celas, 44 celulares, duas armas calibre 38 e uma espingarda calibre 28. Além disso, munição, drogas, eletroeletrônicos, chips e canivetes também foram recolhidos no Miguel Dario.

Os apenados atearam fogo a colchões em protesto depois da realização de uma revista geral no presídio, quando as forças de segurança da Brigada Militar já haviam deixado o local. Conforme a Susepe, a situação foi controlada e ninguém se feriu.

Em Bento Gonçalves, apenados do albergue do Presídio Estadual de Bento Gonçalves liberados por cinco dias de se apresentar, também depois de um incêndio, ainda sem causa definida, e por falta de vagas no sistema prisional da região. Até o fim dos reparos, a Susepe pediu à Justiça que os detentos usem tornozeleira eletrônica.

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Fonte: Lucas Rivas/Rádio Guaíba






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