Porto Alegre, quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

  • 29/08/2014
  • 16:03
  • Atualização: 16:16

Morre promotor de Justiça Miguel Velasquez, na Capital

Ministério Público do Rio Grande do Sul decretou luto oficial de três dias

Natural de Santa Maria, Miguel Velasquez ingressou no Ministério Público em 1990 | Foto: Divulgação / CP

Natural de Santa Maria, Miguel Velasquez ingressou no Ministério Público em 1990 | Foto: Divulgação / CP

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  • Correio do Povo

Faleceu nesta sexta-feira, aos 52 anos, o Promotor de Justiça Miguel Granato Velasquez. O velório ocorre na Capela 9 do Cemitério João XXIII. O sepultamento será às 20h. “Foi-se o amigo, mas ficou seu legado de compreensão, trabalho, dedicação, exemplo e amor à vida. Todos ficamos menores sem o convívio com o Miguel”, destacou o Procurador-Geral de Justiça, Eduardo de Lima Veiga, ao receber a notícia. Em função do falecimento de Miguel Velasquez, foi decretado luto oficial de três dias no Ministério Público gaúcho.

Natural de Santa Maria, Miguel Velasquez ingressou no Ministério Público em 1990. Antes de atuar em Porto Alegre, passou pelas Comarcas de Iraí, Passo Fundo e Sapucaia do Sul. Era Especialista em Direito Comunitário e Infância e Juventude. A última função que ocupou, antes de seu afastamento para tratamento de saúde neste ano, foi a de Coordenador do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos. Também foi Coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude de 2004 a 2008. Em 2013, foi agraciado com a Ordem do Mérito do Ministério Público, em função dos relevantes serviços prestados à Instituição.

Em 2011, assumiu a função de Secretário de Estado Adjunto da Justiça e dos Direitos Humanos do Rio Grande do Sul. Em 2012, participou do Programa de Liderança Executiva em Desenvolvimento da Primeira Infância, na Universidade de Harvard, em Cambridge-EUA.

Miguel Velasquez teve atuação marcada na área dos Direitos Humanos, da Infância e Juventude, da Violência Doméstica e da Saúde, proferindo inúmeras palestras nessas áreas em escolas e universidades. Ajuizou ação pioneira, em nome do Ministério Público, que determinava a compra de leitos e UTIs pediátricas de unidades privadas, quando não disponibilizados pelo SUS.

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