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29/08/2014 17:50 - Atualizado em 29/08/2014 18:53

Prefeitura divulga análise sobre árvores com risco de queda na Capital

Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo apontou a necessidade de remoção de 38 das 150 analisadas

Análise levou em conta aspectos internos e externos dos vegetais<br /><b>Crédito: </b> Sérgio Louruz / Divulgação PMPA
Análise levou em conta aspectos internos e externos dos vegetais
Crédito: Sérgio Louruz / Divulgação PMPA
Análise levou em conta aspectos internos e externos dos vegetais
Crédito: Sérgio Louruz / Divulgação PMPA

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) apontou a necessidade de remoção de 38 das 150 árvores que foram analisadas interna e externamente pelos especialistas contratados pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam). Outras 73 árvores terão prioridade nas ações de poda. O relatório foi apresentado à imprensa na tarde desta sexta-feira, 29, na sede da Smam.

O chefe do Laboratório de Árvores, Madeiras e Móveis (LAMM) do IPT, Sérgio Brazolin, ressaltou que o resultado do trabalho, que consistiu no levantamento de características de dendrometria, fitossanidade, condições de entorno, estado geral e análise externa e interna, era esperado. “Trabalhamos com árvores que já eram vistas como críticas pelos técnicos da Smam, em função da idade avançada e do grande porte. É natural que tenhamos recomendado a priorização de remoções e podas, pois gosto sempre de ressaltar que a árvore é um ser vivo que uma hora morre”, destacou.

Conforme o secretário Cláudio Dilda, a Smam dará prioridade ao atendimento das retiradas. “Já iniciamos o trabalho de remoção pelo Parque Farroupilha, onde dois eucaliptos que apresentavam risco foram retirados. Após o término do serviço na Redenção, vamos cobrir as outras áreas da cidade, por ordem de emergência. Nossa meta é finalizar as supressões e podas até o fim deste ano”, disse. As remoções serão compensadas posteriormente, obedecendo às diretrizes do plano diretor de arborização urbana.

O biólogo do IPT, Vinícius Felix Pacheco, explicou que 17 das 150 árvores não precisaram passar por análise interna. “Verificamos já na avaliação externa a necessidade de manejo, não estando o risco de queda atrelado a problemas internos do vegetal. Sendo assim, das 150 árvores, aferimos com equipamentos 133, estando 56 sadias e 77 com algum tipo de deterioração”, afirmou.

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Fonte: Correio do Povo






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