Porto Alegre, terça-feira, 21 de Outubro de 2014

  • 31/08/2014
  • 19:56
  • Atualização: 19:59

Azarão leva a melhor e vence o Freio de Ouro-2014

Garanhão da Cabanha Herança Infinita e égua Jotace Tranca venceram as provas

Azarão leva a melhor e vence o Freio de Ouro-2014 | Foto: Fabiano do Amaral

Azarão leva a melhor e vence o Freio de Ouro-2014 | Foto: Fabiano do Amaral

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  • Correio do Povo

O criador Luciano Ghisleri já estava satisfeito com o terceiro lugar do cavalo Destaque da Maior (box 78) quando os dois primeiros colocados até então foram punidos na última prova do Freio de Ouro, a Paleteada. Era a vitória do azarão, aos 45 minutos do segundo tempo. Após o quarto lugar em 2012 e 2013, o garanhão da Cabanha Herança Infinita, Joinville (SC), brilhou na pista enlameada em Esteio chegou ao topo do pódio, com 21,454 pontos.

“Já estávamos comemorando o Freio de Bronze no camarote”, contou Ghisleri, após levar um banho de lama na festa da vitória. Enquanto brigavam pela liderança, JA Impecável e Harmonia Temprano perderam pontos, na última corrida porque encurtaram a raia. Melhor para o cavalo que, após largar atrás na morfologia, recuperou terreno nas provas de campo e chegou a frente dos outros 13 finalistas – incluindo o favorito Cadejo da Maior (box 90), da Cabanha Santo Izidro, vencedor em 2013, ontem Freio de Prata. JA Impecável (box 53), da Fazenda Santa Edwiges foi Bronze. “Desde a prova da Andadura, na sexta-feira, ele mostrou que é um cavalo muito funcional e buscou posições”, descreveu o ginete César Augusto Schell Freire, que também levou o prêmio de Ginete do Ano. Para Luis Rodolfo Machado, do trio de jurados, a prova destacou-se pela alternância de posições e pelo alto nível dos competidores, apesar da chuva de sábado, que deixou a pista embarrada. “Nada está ganho até que se corra o último boi”, afirmou.

Nas fêmeas, o Freio de Ouro é de Jotace Tranca (box 27, da Cabanha Jotace, de Barra do Quaraí), e do ginete Raul Lima. A égua gateada começou o domingo em segundo e não teve dificuldades com a lama. Segundo a administradora da cabanha, Daniela Cantarelli, trata-se de um animal constante. “Ela encara uma pista de Mangueira ou de Paleteada como quem vai passear no parque. É a hora em que ela se agiganta”, afirmou. Segundo o jurado Rodrigo Py, a égua destacou-se pela força, característica que fez-se ainda mais necessária devido ao estado da pista. O segundo lugar ficou com Divisa de los Campos, da Estância Vendramin, de Palmeira (PR), e o terceiro, com Sananduva dos Salton, da Cabanha Salton, de Dom Pedrito.

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