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01/09/2014 16:37

Otan quer aprovar uso de força no Leste da Europa

Aliança quer uma resposta "mais ágil do que nunca" no caso de um comportamento agressivo da Rússia na Ucrânia

Otan quer aprovar uso de força no Leste da Europa<br /><b>Crédito: </b> Alexander Khudoteply / AFP / CP
Otan quer aprovar uso de força no Leste da Europa
Crédito: Alexander Khudoteply / AFP / CP
Otan quer aprovar uso de força no Leste da Europa
Crédito: Alexander Khudoteply / AFP / CP

O secretário-geral da Aliança Atlântica, Anders Fogh Rasmussen, disse nesta segunda-feira que os líderes dos países aliados vão aprovar esta semana um plano de ação para dotar a organização de uma resposta ao comportamento “agressivo” da Rússia na crise ucraniana.

“Vamos assegurar a capacidade e a preparação da Aliança Atlântica, capaz de defender os aliados de qualquer ataque”, disse Rasmussen, em conferência de imprensa, em Bruxelas, sobre a reunião da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) marcada para esta semana no País de Gales.

Rasmussen explicou que os chefes de estado e de governo dos 28 países da Otan vão analisar um plano de ação rápida, que vai fazer com que a Aliança Atlântica fique mais “ágil do que nunca”, reforçando a defesa coletiva dos estados-membros.

“O plano é a resposta ao comportamento agressivo da Rússia, mas também permite que a Otan responda aos diferentes desafios de segurança, de onde quer que venham,”, disse Rasmussen.

O secretário-geral da organização disse também que a força será composta por vários milhares de soldados, em esquema de rotação pelos vários países, mas ressalvou que ainda “é muito cedo” para fornecer números.

“Vai reforçar-se de forma significativa a capacidade de resposta da Otan. Vai desenvolver-se aquilo que se pode chamar ‘vanguarda’ da nossa capacidade de resposta: uma força de ação muito rápida e que pode ser projetada em pouco tempo”, afirmou.

Rasmussen acrescentou que a nova força “estará preparada para responder quando for necessário e com o apoio de meios terrestres, aéreos e marítimos, e das forças especiais a qualquer ameaça dos aliados”.

A Otan, que tem 65 anos, vai promover a reunião de Cardiff em um momento considerado “crucial” por Rasmussen, devido à crise na Ucrânia e ao incremento do extremismo islâmico, assim como a fragilidade de estados como o Afeganistão e o Iraque.

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Fonte: Agência Brasil






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