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Porto Alegre, terça-feira, 24 de Outubro de 2017

  • 09/08/2017
  • 10:37
  • Atualização: 10:39

Bandeira amarela na energia elétrica puxa inflação

Índice em julho ficou em 0,24% e alimentos tiveram deflação 0,47%

Consumidor terá custo adicional de R$ 2 a mais por cada 100 quilowatts-hora (Kwh) consumidos | Foto:  Fernando C. Vieira / Grupo CEEE / Divulgação / CP

Consumidor terá custo adicional de R$ 2 a mais por cada 100 quilowatts-hora (Kwh) consumidos | Foto: Fernando C. Vieira / Grupo CEEE / Divulgação / CP

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  • Agência Brasil

A entrada em vigor da bandeira amarela nas contas de energia elétrica em 1º de julho foi o principal fator responsável pela inflação de 0,24% em julho deste ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a energia elétrica ficou 6% mais cara, em média, no país no mês, e resultou em um custo adicional de R$ 2 a mais por cada 100 quilowatts-hora (Kwh) consumidos.

Também contribuiu para o aumento da energia elétrica a alta do PIS/Cofins e os reajustes das tarifas em São Paulo e Curitiba, que foram, portanto, as cidades que mais sentiram o impacto do aumento da energia. Em Curitiba, a alta de preços da eletricidade chegou a 9,33%, enquanto em São Paulo o custo aumentou 8,54%.

Outro item que contribuiu para a inflação de 0,24% em julho, depois de uma deflação (queda de preços) de 0,23% em junho, foi o combustível, com alta de preços de 0,92%. O etanol encareceu 0,73% e a gasolina, 1,06%.

Alimentos

Por outro lado, os alimentos evitaram uma taxa de inflação maior, ao registrar deflação de 0,47%. Entre os produtos que mais contribuíram para a queda global de preços do grupo alimentação e bebidas estão batata inglesa (-22,73 %), leite longa vida (-3,22 %), frutas (-2,35 %) e carnes (-1,06 %).