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Porto Alegre, quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2018

  • 14/02/2018
  • 21:08
  • Atualização: 21:16

Volta do carnaval tem queda do dólar a R$ 3,227

Bolsa subiu e quase recuperou baixa da semana passada de 3,57%

Bolsa subiu e quase recuperou baixa da semana passada de 3,57% | Foto: Ricardo Giusti / CP Memória

Bolsa subiu e quase recuperou baixa da semana passada de 3,57% | Foto: Ricardo Giusti / CP Memória

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  • Agência Brasil

Em um dia de ajustes na volta do feriado de carnaval, nesta quarta-feira, a bolsa subiu e a moeda norte-americana teve queda. O dólar comercial encerrou vendido a R$ 3,227, com recuo de R$ 0,074 (2,27%). Na sexta-feira, a divisa tinha encerrado a sessão em R$ 3,281, tendo chegado a ultrapassar a barreira de R$ 3,30 em alguns momentos. Na sessão que só abriu às 13h por causa da quarta-feira de cinzas, o dólar operou em baixa durante toda a negociação.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou com alta de 3,27%, aos 83.543 pontos. O indicador quase recuperou a queda de 3,57% nas últimas três sessões antes do feriado. Em 26 de janeiro, a bolsa tinha chegado ao nível recorde de 85.531 pontos. A quarta-feira foi marcada por oscilações na bolsa de valores de Nova York. O índice Dow Jones começou em queda, mas reverteu a tendência e encerrou o dia com alta de 1,03%.

Nas últimas duas semanas, os mercados financeiros de todo o mundo têm atravessado momentos de turbulência por causa de dados recentes da economia norte-americana. Apesar de as estatísticas recentes mostrarem que a criação de emprego superou as expectativas, o receio de que o Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, aumente os juros básicos da maior economia mundial de forma mais agressiva que o esperado provocou tensões em escala global.

Juros mais altos nos Estados Unidos estimulam que os investidores vendam ações na bolsa de valores e comprem títulos do Tesouro norte-americano, considerados os papéis mais seguros do planeta. Da mesma forma, propiciam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, para cobrir prejuízos em mercados de economias avançadas.