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Porto Alegre, segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

  • 13/08/2017
  • 10:22
  • Atualização: 10:41

FBI abre investigação sobre direitos civis após ataque em Charlottesville

"Todos os fatos e evidências disponíveis" serão examinados para determinar circunstâncias de atropelamento de multidão

Grupos da direita radical queriam denunciar e se opor a projeto de retirada de estátua do general confederado Robert E. Lee  | Foto: Win Mcnamee / Getty Images North America / AFP / CP

Grupos da direita radical queriam denunciar e se opor a projeto de retirada de estátua do general confederado Robert E. Lee | Foto: Win Mcnamee / Getty Images North America / AFP / CP

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  • AFP

O FBI anunciou o início de uma investigação de direitos civis sobre as circunstâncias que levaram um motorista a atropelar uma multidão nos Estados Unidos, quando supremacistas brancos e manifestantes antirracismo se enfrentavam em Charlottesville, na Virgínia, neste sábado. "O escritório do FBI de Richmond, a Divisão de Direitos Civis e o escritório do procurador-geral para o distrito oeste da Virgínia abriram uma investigação sobre direitos civis em torno das circunstâncias de um incidente automobilístico letal ocorrido cedo na manhã de sábado", declarou a Divisão de Richmond da Polícia Federal americana em um comunicado.

De acordo com a nota, "o FBI examinará todos os fatos e evidências disponíveis". Ainda no sábado o procurador-geral americano, Jeff Sessions, denunciou o episódio, depois que o presidente Donald Trump foi criticado por sua declaração pouco enfática sobre o ocorrido. "A violência e as mortes em Charlottesville agridem o coração da lei e da Justiça americana", destacou Sessions. "Quando se produzem fatos de tamanha intolerância racial e de ódio, traem-se nossos valores fundamentais, e não podem ser tolerados", insistiu o secretário de Justiça.