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Porto Alegre, quinta-feira, 21 de Setembro de 2017

  • 12/09/2017
  • 20:22

Inflação argentina acumula 15,4% em 2017

Governo mantém seu objetivo de fechar o ano com 17% de inflação

Item que mais avançou foi a saúde (2,5%), seguido por moradia, água, eletricidade e gás (2,2%) e alimentos e bebidas (2,1%) | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

Item que mais avançou foi a saúde (2,5%), seguido por moradia, água, eletricidade e gás (2,2%) e alimentos e bebidas (2,1%) | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

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  • AFP

A Argentina registrou uma inflação de 1,4% no mês passado e acumula 15,4% entre janeiro e agosto deste ano, informou nesta terça-feira o Instituto Nacional de Estatísticas e Censo (Indec) do país. O item que mais avançou foi a saúde (2,5%), seguido por moradia, água, eletricidade e gás (2,2%) e alimentos e bebidas (2,1%). O governo mantém seu objetivo de fechar o ano com 17% de inflação.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) estimou, em seu último informe, que a inflação na Argentina deve chegar a 25,6% neste ano. A estimativa de consultores foi de que os preços variaram mais de 40% no ano passado, após uma desvalorização de cerca de 30% estimulada pelo governo.

O índice oficial da inflação de agosto está levemente abaixo do que foi divulgado na segunda-feira por deputados opositores, baseado em uma média de cálculos de consultorias, que estimou 1,5% de alta nos preços neste mês.

"Parece já estar se confirmando que, pelo oitavo ano seguido, a inflação não poderá respeitar o teto de 20%, já que para fazê-lo deveria registrar em média apenas 0,9% nos próximos quatro meses, quando ainda vão acontecer as altas pendentes de tarifas", alertaram os legisladores.