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  • 21/11/2016
  • 21:23
  • Atualização: 21:27

Funcionários da Fundação Piratini fazem vigília em frente à Assembleia

Grupo protesta contra proposta do governo Sartori que deve extinguir TVE e FM Cultura

BM fez cercamento da Assembleia para impedir acesso | Foto: Fabiano do Amaral

BM fez cercamento da Assembleia para impedir acesso | Foto: Fabiano do Amaral

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  • Correio do Povo e Rádio Guaíba

*Com informações da repórter Camila Diesel

Um grupo de funcionários da Fundação Piratini, responsável por TVE e FM Cultura, faz vigilia em frente ao Palácio  e à Assembleia Legislativa, na noite desta segunda-feira em Porto Alegre. O grupo protesta contra a extinção da fundação e da geração de conteúdo próprio da emissora educativa no Rio Grande do Sul. Gradis impedem acesso direto às calçadas de Assembleia Legislativa e Palácio Piratini.

Em nota oficial, a Associação Rio-Grandense de Imprensa fez críticas ao projeto de Sartori. "A proposta de extinção da TVE que será levada à Assembleia pelo governo do Estado causa estupefação a todos os rio-grandenses. Trata-se de uma emissora que não é do Governo, mas sim, Pública", salientou. "Não se trata apenas de uma operadora de televisão, mas sim de incentivadora na difusão da capacidade criativa dos melhores valores da nossa cidadania."

O Semapi, sindicato que representa os servidores das fundações estaduais no Rio Grande do Sul, garantiu que vai se mobilizar contra o pacote de medidas de combate à crise anunciado, nesta segunda-feira, pelo governador José Ivo Sartori.

Conforme Regina Abrahão, presidente do Semapi, as medidas anunciadas são inadmissíveis, e a categoria deve lutar para que as pautas não passem na Assembleia. Uma mobilização está sendo organizada por parte do Semapi junto à Praça da Matriz, para protestar contra o anúncio.