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05/06/2014 12:44 - Atualizado em 05/06/2014 13:51

Felipão revela que não queria amistoso contra Sérvia

Técnico da Seleção espera contar com Oscar no jogo desta sexta

Felipão revela que não queria amistoso contra Servia <br /><b>Crédito: </b> Wander Roberto / Vipcomm / CP
Felipão revela que não queria amistoso contra Servia
Crédito: Wander Roberto / Vipcomm / CP
Felipão revela que não queria amistoso contra Servia
Crédito: Wander Roberto / Vipcomm / CP

O técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, afirmou em entrevista coletiva nesta quinta-feira na Granja Comary, no Rio de Janeiro, que não gostaria de jogar o amistoso contra Sérvia nesta sexta, às 16h, no estádio do Morumbi. Felipão esclareceu que a CBF tentou agendar um jogo contra um time mais fraco, mas não conseguiu por problemas de datas. 

"Normalmente, qualquer técnico quer jogar contra uma seleção mais fraca, principalmente quando faltam poucos dias para uma competição como a Copa do Mundo. Gostaríamos de enfrentar um time que não nos proporcione risco, mas não foi possível. A Sérvia é um time forte e marca de uma forma viril. Eu gostaria de jogar contra uma equipe mais fraca e, se eu pudesse escolher, e nem sempre eu posso, eu teria jogado na semana passada", disse Felipão.

Felipão admitiu que a Seleção tomará cuidados para evitar lesões durante o amistoso de amanhã. Segundo o técnico, a responsabilidade de preservar os atletas também será do árbitro. "Vamos ver se a gente termina o jogo com resultado positivo e sem qualquer problema de lesão", acrescentou.

Na manhã desta quinta-feira, a Seleção Brasileira treinou no Rio de Janeiro sem a presença de Oscar, liberado pela comissão técnica para acompanhar o nascimento da filha em Campinas, São Paulo. Apesar da viagem, Felipão espera contar com o meia para o jogo de amanhã. "Ele tem retorno marcado para hoje à noite. Eu acredito que o Oscar vai chegar aqui, feliz da vida, e me dizer que está pronto. Vamos esperar para ver o que ele viveu com a chegada da filha, mas eu gostaria de contar com ele", explicou.

Se não puder contar com o Oscar, o técnico da Seleção escalará o Willian, também do Chelsea, da Inglaterra. "Se o Willian tiver que começar amanhã ou contra Croácia, para mim não muda muito. Acho também que ele acrescenta coisas novas para equipe. Ele é muito rápido, reage com rapidez incrível, dribla, bate bem na bola. O Willian entra com a mesma ou até acrescenta qualidade em relação a quem está jogando. Tem minha confiança total", observou.

Neymar de zagueiro central


Felipão descartou a ideia de limitar as ações de Neymar durante a Copa. De acordo com o técnico, o atacante precisa jogar como sempre jogou, sem mudar o estilo agressivo. "Se o Neymar não driblar, vai fazer o que? Vai jogar de zagueiro central? Ele tem mais é que driblar e infernizar a vida dos zagueiros adversários. Quem tem que proibir jogo faltoso é a arbitragem. Eu não vou mudar isso no Neymar", avisou. 

Hora de mudar a história


Questionado sobre o comportamento arredio dos torcedores paulistas em relação à Seleção Brasileira, Felipão comentou que o Brasil terá que mudar esta condição em uma semana. "Acho que é o momento deste time receber carinho. Vamos jogar no dia 6 e no dia 12 e penso que isto é uma coisa maravilhosa para São Paulo. Eu fico feliz de voltar, porque a minha casa é São Paulo", disse. 

Coisa boa da Argentina


O comandante da Seleção Brasileira garantiu que ainda não pensa nas fases finais da Copa do Mundo. Pelos cruzamentos, é possível que o torneio termine com uma final entre Brasil e Argentina. Felipão disse que a ideia agrada e citou o vínculo do técnico Alejandro Sabella com a equipe que o consagrou no futebol brasileiro. "Eu tenho o técnico da Argentina como integrante de um time espetacular. Vocês sabem qual é? É o Grêmio. Então aí já tem uma coisa boa da Argentina", disse aos risos. "Eu não quero a Argentina seja eliminada na primeira ou na segunda fase. Se esta for a final, será um jogo que irá reunir grandes jogadaores. O meu problema é o Brasil e quem chegar do outro lado chegou", finalizou.

Com informações do repórter Rafael Peruzzo

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Fonte: Correio do Povo





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