Correio do Povo

Porto Alegre, 28 de Julho de 2014


Porto Alegre
Agora
11ºC
Amanhã
12º 25º


Faça sua Busca



Esportes > Copa 2014

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

06/06/2014 18:51 - Atualizado em 06/06/2014 18:58

Felipão minimiza vaias, defende Oscar e avisa: ”Quem escala sou eu”

Treinador se irritou com críticas após vitória sobre Sérvia no Morumbi

Felipão defendeu meia Oscar de críticas<br /><b>Crédito: </b> Wander Roberto / Vipcomm / CP
Felipão defendeu meia Oscar de críticas
Crédito: Wander Roberto / Vipcomm / CP
Felipão defendeu meia Oscar de críticas
Crédito: Wander Roberto / Vipcomm / CP

O técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, não ficou chateado com as vaias do público paulista durante a vitória por 1 a 0 no amistoso contra a Sérvia, nesta sexta-feira, no Morumbi. Ele também minimizou a disputa entre Oscar, titular do meio de campo, e Willian, reserva que vem se destacando quando entra - diante dos sérvios, a troca ocorreu no intervalo.

• Oscar reconhece atuação abaixo do esperado, mas destaca empenho da Seleção


Logo na primeira pergunta da entrevista coletiva pós-jogo, o comandante se irritou ao ouvir de um repórter que Oscar vem sendo contestado: “Por quem? Por quem? Quem escala sou eu. Pronto, nem precisa perguntar. Não gaste sua pergunta porque já está resolvido. Não adianta crônica, Pedro, Paulo ou Juca dizerem que está bem ou mal. Sou pago para escalar e faço isso”, disse Felipão, dando a entender que a formação deste amistoso será mantida na quinta-feira, contra a Croácia, na Arena Corinthians.

“Willian, Bernard e Fernandinho. Eu tenho bons problemas, tenho opções. Se tiver alguma dificuldade, sei que coloco esses jogadores e eles vão render aquilo que a gente imagina”, acrescentou.

Quando foi questionado sobre as vaias, ele lembrou que não é a primeira cobrança sofrida pelo time campeão da Copa das Confederações e se disse otimista para a recepção na estreia. “Apareceram (vaias) lá em Goiânia também (vitória por 4 a 0 sobre o Panamá, quarta). Apareceram em outros locais quando jogamos dez ou 15 minutos abaixo do que jogamos. É normal, não atrapalhou nenhum dos nossos jogadores. Eles sabem que, quando não joga bem, alguma cobrança vai haver. Acho que, no fim, dos 67 mil, 65 mil saíram satisfeitos”, completou.

Bookmark and Share

Fonte: Lancepress





O que você deseja fazer?


Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.