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15/06/2014 13:15 - Atualizado em 15/06/2014 13:19

Largo Glênio Peres é tomado por turistas antes do jogo

Hondurenha sonhava até com título, enquanto franceses faziam a festa

Torcedores de Honduras estavam no Largo Glênio Peres<br /><b>Crédito: </b> Tiago Medina / Especial / CP
Torcedores de Honduras estavam no Largo Glênio Peres
Crédito: Tiago Medina / Especial / CP
Torcedores de Honduras estavam no Largo Glênio Peres
Crédito: Tiago Medina / Especial / CP

Sonhar com o impossível não custa nada. Mesmo que o sonho seja ver Honduras campeã do mundo. É o que almeja a jovem Melissa Ponce, que antes da estreia de sua seleção contra a França passeava no Mercado Público de Porto Alegre. “Que podemos, podemos, por que não?”, ressalta.

Para ela, que chegou a Porto Alegre nessa sexta, a estreia contra a França será o confronto mais difícil da sua seleção na primeira fase. Além de assistir o jogo no Beira-Rio, ela também irá conferir de perto a segunda partida, em Curitiba. “Ver a Copa no Brasil é mais especial”, conta ela. “Lá em Honduras associamos o país de vocês ao futebol e ao samba. E este clima de Mundial é muito bom, um clima amistoso entre as seleções e torcedores.”

De fato, o Largo Glênio Peres estava uma miscelânea de sotaques, idiomas e, claro, camisetas de futebol. Ponto de concentração dos torcedores franceses, o Chalé da Praça XV. Era Allez les Bleus para cá e para lá, em meio a dezenas de litros de chope e a exótica caipirinha.

Do lado de fora, entre hondurenhos, franceses, argentinos e australianos, os gaúchos também curtiam. Famosos por pedir “ajuda” para o café da manhã em troca de um bom som, o Conjunto Blue Grass Porto-Alegrenses agradeceu o apoio em euro recebido pelos turistas. “Ajudaram um pouquinho”, brincou um dos músicos, enquanto os vendedores de cornetas e apetrechos verde e amarelos também comemoravam as boas vendas.

Gaúchos de Muçum, Maicon Rodrigues e a mãe Marionilde e a irmã Tatiane foram conferir de perto do “clima de Mundial”. Ele mora na Capital há seis anos e ressalta que nunca viu Porto Alegre com tantos policiais. No entanto, para ele ainda falta mais decoração na cidade. A irmã concordou: “Está pouco ainda”. Contudo, a mãe gostou do que já viu: “É muito legal chegar a Porto Alegre e ver tanta gente diferente assim”.

• Franceses fazem a festa em Porto Alegre:






Fonte: Tiago Medina / Correio do Povo





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